O Disruptivo da Inteligência Artificial no mundo do trabalho

Autores/as

Palabras clave:

Teoria Crítica da Tecnologia, Plataformização, Inteligência Artificial, Trabalho, Simbiose humano-máquina

Resumen

A relevância dessa discussão compreende o sentido de contribuir para o debate da Inteligência Artificial (IA) no mundo do trabalho com base em estudos epistemológicos. Compreender as potencialidades e os limites das diferentes tecnologias disruptivas, tais como a IA, torna-se fundamental para alinhar uma discussão coerente sobre as mudanças e transformações nos futuros empregos. Este artigo tem como objetivo discutir o efeito (fenômeno) da Inteligência Artificial no mundo do trabalho sob a perspectiva da Teoria Crítica da Tecnologia. A metodologia adotada envolve pesquisa bibliográfica com referência em Feenberg (2014), Verkerk et al. (2018), Araújo (2024) e Portes (2024) que dialogam sobre a Teoria Crítica da Tecnologia e nos autores que discutem sobre IA Santaella (2023) e Kaufman (2022), com aproximações ao mundo do trabalho em Schwaab (2016) e Lee e Qiufan (2021) e com a Teoria do Ator-Rede em Latour (2012). A partir da análise da Teoria Crítica da Tecnologia, identificamos que nas profissões cujo perfil se aproxima do associal e criativo, a IA desempenha um papel ambivalente, por um lado, pode automatizar tarefas repetitivas, possibilitando que profissionais criativos se concentrem em aspectos mais subjetivos e inovadores. Estamos perante uma simbiose entre as capacidades humanas e as da IA, caracterizando a reconfiguração do trabalho, com a finalidade de colaboração de forma integrada. 

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Biografía del autor/a

Karoline Santos Rodrigues, Universidade Estadual de Goiás

Mestra pelo programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Educação, Linguagem e Tecnologias (PPG-IELT/ UEG). Especialista em Ensino de Humanidades e Linguagens (IFB). Graduação em Pedagogia (Faculdade Albert Einstein).

Olira Saraiva Rodrigues, Universidade Estadual de Goiás

Pós-doutorado pelo Departamento de Ciências da Comunicação e da Informação da Faculdade de Letras da Universidade do Porto em Portugal (FLUP). Pós-doutorado em Estudos Culturais pela Faculdade de Letras (UFRJ). Doutorado em Arte e Cultura Visual (UFG). Mestrado em Educação (PUC-Goiás). Graduação em Letras (UEG).

Publicado

2026-06-19

Cómo citar

Santos Rodrigues, K., & Saraiva Rodrigues, O. (2026). O Disruptivo da Inteligência Artificial no mundo do trabalho. Princípios, 44(173). Recuperado a partir de https://revistaprincipios.emnuvens.com.br/principios/article/view/531