A revolução chinesa: entre as estruturas e a inexistente libertação

Autores/as

Palabras clave:

Revolução Chinesa, Badiou, Althusser, Mao Tse-Tung, Modo de Produção

Resumen

O presente artigo é uma proposta de análise da revolução chinesa (1949) a partir de uma matriz teórica constituída de uma dialética sem síntese entre a teoria marxista de matriz althusseriana e a teoria do acontecimento de Alain Badiou. Mais especificamente, começamos sustentando a tese de que a China imperial constituía-se num conjunto de formações sociais dominadas pelo modo de produção tributário que, durante o período de dominação imperialista, foi acoplada ao modo de produção capitalista. Disso segue-se uma análise dos impedimentos à libertação chinesa gerados por esse conjunto de estruturas e como essa teve que assumir a forma de um acontecimento que começa com o movimento 4 de maio e se desdobra na fundação do Partido Comunista Chinês e no estabelecimento do Exército Popular

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Publicado

2026-06-19

Cómo citar

Luques, J. (2026). A revolução chinesa: entre as estruturas e a inexistente libertação. Princípios, 44(172). Recuperado a partir de https://revistaprincipios.emnuvens.com.br/principios/article/view/528