A revolução chinesa: entre as estruturas e a inexistente libertação
Palavras-chave:
Revolução Chinesa, Badiou, Althusser, Mao Tse-Tung, Modo de ProduçãoResumo
O presente artigo é uma proposta de análise da revolução chinesa (1949) a partir de uma matriz teórica constituída de uma dialética sem síntese entre a teoria marxista de matriz althusseriana e a teoria do acontecimento de Alain Badiou. Mais especificamente, começamos sustentando a tese de que a China imperial constituía-se num conjunto de formações sociais dominadas pelo modo de produção tributário que, durante o período de dominação imperialista, foi acoplada ao modo de produção capitalista. Disso segue-se uma análise dos impedimentos à libertação chinesa gerados por esse conjunto de estruturas e como essa teve que assumir a forma de um acontecimento que começa com o movimento 4 de maio e se desdobra na fundação do Partido Comunista Chinês e no estabelecimento do Exército Popular







