Programando novas formas de mundo

ciberfeminismo no Brasil a partir das experiências em curso

Autores/as

Palabras clave:

ativismo, Ciberfeminismo, Programação

Resumen

Considerando a necessidade de fortalecer as estratégias políticas articuladas pelo ciberfeminismo, que atualmente encontra algumas barreiras devido a processos como a vigilância de massas e o agravamento das violências digi- tais contra minorias sociais, investiga-se um novo modelo de ciberativismo, o qual tem como objetivos produzir recursos tecnológicos de base e alfabetizar digitalmente mulheres e minorias sociais. Diante disso, o presente artigo busca responder à seguinte problemática: em que medida as novas experiências de ciberfeminismo em curso no Brasil podem ressignificar o ativismo de gêne- ro, bem como traçar estratégias para a igualdade entre homens e mulheres, prevista na Constituição Federal? Para isso, vale-se de abordagem dedutiva, de procedimento bibliográfico e estudo de caso, bem como das técnicas de pes- quisa de análise de dados primários e secundários. Conclui-se que os desafios do ciberfeminismo estão muito além do campo da internet, sendo uma ques- tão sistemática. É apenas superando esse cenário (e traçando alternativas a ele) que as possibilidades do ativismo de gênero poderão ser, de fato, ampliadas.

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Biografía del autor/a

Ana Elisi Carbone Anversa, Universidade Federal de Santa Maria - UFSM

Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal de Santa Maria (PPGD/UFSM), com bolsa pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Brasil (CAPES), na linha de pesquisa “Direitos na Sociedade em Rede: atores, fatores e processos na mundialização”. Bacharela em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria, tendo recebido diploma de Láurea Acadêmica. Pesquisadora do Núcleo de Direito Informacional (NUDI/UFSM) e da Rede de Pesquisadores Marxistas (RedeMarx), ambos cadastrados no CNPq.

Eduarda Meller Brenner, Universidade Federal de Santa Maria - UFSM

Mestranda no PPGD-UFSM, na linha de pesquisa “Direitos na sociedade em rede: atores, fatores e processos na mundialização”. Bacharela em Direito pela UFSM. Pesquisadora no projeto de pesquisa “Corpos, política e autonomia” (enCorpA). Extensionista no projeto de extensão “Livros que livram — remição pela leitura”, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos da UFSM.

Rafael Santos de Oliveira , Universidade Federal de Santa Maria

Doutor em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (2010), na área de concentração em Relações Internacionais, com período de realização de Estágio de Doutorado (doutorado-sanduíche) com bolsa da CAPES na Università Degli Studi di Padova - Itália (2009). Mestre em Integração Latino-Americana (Direito da Integração) pela Universidade Federal de Santa Maria (2005) e Graduado em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria (2003). Professor Associado III no Departamento de Direito da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em regime de dedicação exclusiva e no Programa de Pós-Graduação em Direito da UFSM (Mestrado). Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal de Santa Maria (desde 2019). Coordenador do Curso de Direito Diurno da UFSM (2012 a 2019).Coordenador do projeto de pesquisa Ativismo digital e cidadania global (desde 2011). Parecerista ad hoc de diversas revistas jurídicas. Editor da Revista Eletrônica do Curso de Direito da UFSM (desde 2012). Líder do Grupo de Pesquisas cadastrado no CNPq denominado Centro de Estudos e Pesquisas em Direito e Internet da UFSM. Membro do Comitê Gestor de Proteção de Dados Pessoais da Universidade Federal de Santa Maria (CGPD-UFSM). Autor dos livros Direito Ambiental Internacional: o papel da soft law em sua efetivação, Meio ambiente e a agricultura no século XXI e organizador dos livros: Direito Ambiental Contemporâneo: Prevenção e Precaução; Mídias, Direitos da Sociedade em rede; Direito e novas mídias; Direito e novas tecnologias da informação. Atua nas seguintes áreas de pesquisa: ativismo digital e cidadania, novas mídias, ciberespaço, ciberdemocracia, governo eletrônico, direito e internet, direito internacional ambiental.

Publicado

2026-03-31

Cómo citar

Anversa, A. E. C., Brenner, E. M., & Oliveira , R. S. de. (2026). Programando novas formas de mundo: ciberfeminismo no Brasil a partir das experiências em curso. Princípios, 44(174), 172–193. Recuperado a partir de https://revistaprincipios.emnuvens.com.br/principios/article/view/545