A Revolução Chinesa

Entre as estruturas e o acontecimento da libertação

Autores

Palavras-chave:

Revolução Chinesa, Althusser, Badiou, Mao Zedong, Modo de produção.

Resumo

O presente artigo é uma proposta de análise da Revolução Chinesa (1949) a partir de uma matriz teórica constituída de uma dialética sem síntese entre a teoria marxista de matriz althusseriana e a teoria do acontecimento de Alain Badiou. Começamos sustentando a tese de que a China imperial constituía um conjunto de formações sociais dominadas pelo modo de produção tributário e que, durante o período de dominação imperialista, foi acoplada ao modo de produção capitalista. Segue-se uma análise dos impedimentos à libertação chinesa gerados por esse conjunto de estruturas e de como ela teve de assumir a forma de um acontecimento que começa com o Movimento Quatro de Maio e se desdobra na fundação do Partido Comunista Chinês e no estabelecimento do Exército Popular.

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Biografia do Autor

João Pedro Luques, Universidade Estadual de Londrina - UEL

Graduado em Ciências Sociais e mestre e doutorando em Sociologia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Pesquisador do Grupo de Estudo de Política da América Latina (Gepal). E-mail: joaopedrosbsluques@gmail.com

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Publicado

2026-03-31

Como Citar

Luques, J. P. (2026). A Revolução Chinesa: Entre as estruturas e o acontecimento da libertação. Princípios, 44(174), 209–230. Recuperado de https://revistaprincipios.emnuvens.com.br/principios/article/view/670